Pages

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Salangô: De símbolo de corrupção no governo Roseana Sarney a estuário de produção agrícola no governo Flávio Dino

Denuncias, Sugestões e Criticas Envie ao Blog Através Twitter  Facebook e  WhatsApp (99) 98841-3337 ou (99) 98454-3991


JM Cunha Santos

Foi mais um, entre os formidáveis escândalos de corrupção das
administrações Roseana Sarney. Concebido em 1993, através de quatro convênios com a União, que repassou R$ 70 milhões ao estado, o projeto Salangô I jamais seria concluído. Esses recursos, ou se afogaram nas águas do rio Mearim ou desapareceram em contas particulares não identificadas, pois a então governadora sequer se dignaria a instaurar inquérito administrativo para apurar o destino dos R$ 70 milhões. Três órgãos de controle, o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público e a Corregedoria Geral do Estado identificariam o rombo.


Reativado e revitalizado no governo Flávio Dino, o Projeto de Assentamento Estadual Salangô II, localizado no município de São Mateus, é hoje o maior projeto agrícola de irrigação do Maranhão, talvez do Nordeste, com área de 3.600 hectares. Desta feita, como anotaria a presidente do Iterma, Margareth Mendes, para ter direito à posse da terra a pessoa tem que morar em São Mateus, ser agricultor e não empresário, não pode arrendar a terra, tem que trabalhar nela e dar uso social.


O projeto concebido no início da década de 90 previa apenas a plantação de arroz. Hoje, além do arroz, os agricultores plantam melancia, melão, milho verde, maracujá, maxixe, quiabo etc., contando com assistência técnica e sementes, além do apoio do governo para comercialização dos produtos. Até 2016, foram 317 hectares de produção e para 2017 a estimativa é alcançar uma área de 600 hectares, sem contar que a regularização fundiária está permitindo aos agricultores a definitiva titulação de suas terras.



Neste final de semana, uma equipe do governo, acompanhada de jornalistas, estará em visita ao Projeto Salangô. A mesma mídia que no passado denunciou a formidável corrupção em torno do projeto testemunhará a abissal diferença entre dois modelos de administração: o dos Sarney, afundado em projetos desastrosos, megalomaníacos, sem função social e destinados ao desvio de verbas e este que se inaugurou em 2015, transparente e honesto, gerando emprego e renda e que em todos os seus atos privilegia os trabalhadores e estimula a produção.

0 comentários: