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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Semana Produtiva Faz do Deputado Simplicio Araujo um dos Mais atuantes do Congresso Nacional




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Da tribuna, o deputado federal e vice-líder da minoria Simplício Araújo (PPS/MA) criticou a surdez da presidente Dilma ao não ouvir os pedidos das ruas. O parlamentar afirmou que enquanto a população protesta pelo fim da corrupção e por melhorias na educação, na saúde e no transporte, a presidente insiste em defender a realização de um plebiscito para discutir a reforma política. “A população pede transporte, educação, saúde. O brasileiro cansou de estádios padrão FIFA e hospitais padrão Etiópia”, afirmou.

“A presidente Dilma Rousseff não ouve ninguém, continua surda e cega para os apelos das ruas. Plebiscito é perda de tempo. Estamos encerrando mais uma semana debatendo um tema inútil. Não vi uma única placa nas manifestações dizendo ‘Lista fechada já’, ‘Financiamento público já’, ‘Voto distrital já’. Em nenhuma placa tinha a proposta de plebiscito feita pela presidente Dilma, muito pelo contrário. O que olhamos foram pedidos de redução de gastos públicos, redução no número de ministérios, transporte público de qualidade. É isso que a população deseja e não um plebiscito”, disse o parlamentar.

O PPS defende que o Congresso faça a reforma política, que depois passaria por um referendo popular. Os principais pontos defendidos pela legenda são: Voto distrital misto uninominal com lista partidária, segundo turno em municípios com mais de 50 mil eleitores, proibição de manter o mandato ao assumir cargos no Executivo, nova divisão das sobras de votos, candidatura avulsa,  parlamentarismo, financiamento público de campanha, fim da reeleição, fim das coligações na eleição proporcional, fim da fixação do prazo de filiação para disputa de eleição, mudança no sistema de suplência de senador.







Nesta quinta-feira (4) o deputado federal e vice-líder da minoria Simplício Araújo (PPS/MA), em pronunciamento na Câmara dos Deputados, denunciou o uso eleitoral do Conselho de Gestão Estratégica do Governo do Maranhão. O parlamentar afirmou que a criação do “bolsa eleição” é mais nova inovação em corrupção eleitoral do país, criado pela oligarquia Sarney.

O governo do estado concede, mensalmente, recursos no valor de R$ 5.850,00 a aliados políticos que não conseguiram se eleger. Dentre os nomeados está a ex-candidata a prefeita de Imperatriz Rosângela Curado, que teve seu nome indevidamente utilizado pela casa civil mesmo após ter recusado a nomeação.

“O desespero com as eleições de 2014 está tão grande que eles estão nomeando até quem se recusa a assumir o cargo. A ex-candidata Rosângela recusou a nomeação e, sem a sua documentação, o governo do estado a nomeou com documentação antiga onde ainda consta seu nome de solteira. O que acontece no Maranhão é preocupante. Um estado que vive há 50 anos sob a dominação oligárquica de uma família que envergonha nossa população”, afirmou o parlamentar.

Mesmo após várias denúncias, o governo continua nomeando conselheiros que são alvo de denúncias do Ministério Público, candidatos inelegíveis e até mesmo integrantes supostamente envolvidos em grupos de agiotagem. Segundo levantamento, treze novos conselheiros foram nomeados, incluindo o primo da governadora, Albérico Filho.



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