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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Defensores e Opositores ao Projeto da " Cura Gay" Enviam mais de 60 Mil E-mais ao Deputado Simplicio Araújo

Mais de 60 mil e-mails foram encaminhados ao deputado federal Simplício Araújo (PPS/MA) desde a última quarta-feira (12), após a reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minoria ter sido interrompida durante votação do Projeto de Decreto Legislativo 234/11, mais conhecido como projeto da "cura gay".

Ativistas LGBTs encaminharam e-mails parabenizando a atitude do parlamentar e afirmando que a função da comissão é a de defesa das minorias. Familiares, simpatizantes e presidentes de associações defensoras dos direitos LGBTs fizeram questão de frisar que as principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, disturbio ou peversão o que, segundo eles, derrubaria a tese de suposta cura.

Já a corrente favorável à proposta, se manifestou, nos e-mails, solicitando um novo posicionamento do parlamentar, afirmando que os homossexuais possuem o direito de buscar auxílio dos psicólogos se desejarem mudar sua opção sexual. Muitos afirmaram que o Brasil é um país livre e que, como tal, qualquer pessoa tem o direito de escolher se deseja ou não mudar sua opção. Segundo blogs e jornais, muitos receberam o e-mail do deputado em suas igrejas e foram estimulados a lutar pela aprovação do projeto.

Tendo assumido a cadeira de deputado federal há apenas seis meses, Simplício Araújo não esteve presente nas audiências públicas que debateram o referido projeto. Teve pouco tempo para estudar a matéria, haja vista ser um tema complexo. Tentou, sem sucesso, conseguir um tempo maior para ouvir tanto os defensores como os opositores do projeto, bem como psicólogos, especialistas e sociedade.  Sua atitude ao pedir vistas e a retirada de pauta do projeto foram, justamente, para ter a chance de ouvir os interessados além de dar a chance para que vários parlamentares da comissão que, assim como ele, não participaram das audiências, tivessem a chance de aclarar suas ideias e não apenas emitir um voto cego
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Mais de 60 mil e-mails foram encaminhados ao deputado federal Simplício Araújo (PPS/MA) desde a última quarta-feira (12), após a reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minoria ter sido interrompida durante votação do Projeto de Decreto Legislativo 234/11, mais conhecido como projeto da "cura gay".


Ativistas LGBTs encaminharam e-mails parabenizando a atitude do parlamentar e afirmando que a função da comissão é a de defesa das minorias. Familiares, simpatizantes e presidentes de associações defensoras dos direitos LGBTs fizeram questão de frisar que as principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, disturbio ou peversão o que, segundo eles, derrubaria a tese de suposta cura.

Já a corrente favorável à proposta, se manifestou, nos e-mails, solicitando um novo posicionamento do parlamentar, afirmando que os homossexuais possuem o direito de buscar auxílio dos psicólogos se desejarem mudar sua opção sexual. Muitos afirmaram que o Brasil é um país livre e que, como tal, qualquer pessoa tem o direito de escolher se deseja ou não mudar sua opção. Segundo blogs e jornais, muitos receberam o e-mail do deputado em suas igrejas e foram estimulados a lutar pela aprovação do projeto.

Tendo assumido a cadeira de deputado federal há apenas seis meses, Simplício Araújo não esteve presente nas audiências públicas que debateram o referido projeto. Teve pouco tempo para estudar a matéria, haja vista ser um tema complexo. Tentou, sem sucesso, conseguir um tempo maior para ouvir tanto os defensores como os opositores do projeto, bem como psicólogos, especialistas e sociedade.  Sua atitude ao pedir vistas e a retirada de pauta do projeto foram, justamente, para ter a chance de ouvir os interessados além de dar a chance para que vários parlamentares da comissão que, assim como ele, não participaram das audiências, tivessem a chance de aclarar suas ideias e não apenas emitir um voto cego

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